terça-feira, 29 de dezembro de 2020

2021: Um estatuto para o futuro que não resolve o que a Cultura enfrenta


Em 05 de maio, o Ministério da Cultura anunciava a constituição de um grupo de trabalho conjunto com os ministérios do Trabalho e das Finanças "para análise, atualização e adaptação dos regimes legais dos contratos de trabalho dos profissionais de espetáculos e respetivo regime de segurança social".

O grupo de trabalho, que se reuniu pela primeira vez, em reunião plenária, em 06 de junho é constituído por representantes dos três ministérios, da Direção-Geral das Artes (DGArtes), da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), da Direção-Geral da Segurança Social, da Autoridade para as Condições de Trabalho e da Autoridade Tributária e Aduaneira.

Integram também o grupo diversas associações representativas dos vários setores da Cultura, entre as quais a fundação GDA, a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), o Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA-STE), a Plateia, a Performart, a Rede e a Associação Portuguesa de Realizadores (APR).

A Lusa contactou algumas destas entidades para conhecer as suas expectativas em relação ao estatuto e a quando este estará concluído. Além disso, a Lusa quis também tentar perceber se o estatuto, caso já estivesse em vigor este ano, teria permitido diminuir o impacto que a pandemia da covid-19 teve na vida dos profissionais do setor.

Para a Performart, "é positivo" que se esteja "finalmente a tratar deste assunto, que já há muito tempo deveria estar tratado e regularizado, mas infelizmente não está". Além disso, a presidente daquela associação, Francisca Carneiro Fernandes, destaca a "forma positiva como está a ser feito, ou seja, envolvendo as associações representativas do setor ".

A criação do estatuto passa por, "primeiro que tudo, reconhecer que há especificidades dos profissionais do setor que têm que ser protegidas".

"Precisamos de cuidar destes profissionais, de forma a que este setor funcione o melhor possível e que eles não continuem a viver na precariedade em que têm vivido até hoje. Este é um pressuposto essencial e acreditamos e esperamos que este estatuto seja um passo nesse sentido", afirmou.

Posição semelhante tem a Plateia, para quem a criação do estatuto "é uma oportunidade para se alterarem de facto as formas como se trabalha no setor genericamente, neste momento, que são de uma grande precariedade, de uma ausência de direitos laborais e de proteção social, porque há uma cultura da generalização do falso recibo verde e do falso 'outsourcing'".

"É importante que essas pessoas, que não trabalham de forma mais regular, tenham um acesso à proteção no desemprego ou na inatividade. E é essa a grande expectativa que temos relativamente a este estatuto, a adequação da proteção social e de encontrar uma forma de contribuições, de prazos e de tempos de apoio adequado às especificidades do setor", afirmou a presidente da direção da Plateia, Amarílis Felizes.

O estatuto, salienta o CENA-STE, "pode ser uma ferramenta boa para se tentar desfazer a precariedade que existe no setor, ou uma ferramenta que pode ser terrível, no sentido da eternização da precariedade e até da contaminação para outras atividades".

"O nosso problema é que, neste momento, está numa indefinição muito grande", afirmou o dirigente sindical Rui Galveias.

Sara Goulart, da Rede, explica porquê: "O processo dura há muitos meses e só recentemente é que foram apresentadas as questões que realmente interessam e que fazem a diferença".

O estatuto foi dividido em três grandes temas: registo profissional, regime laboral e regime contributivo, e o terceiro, considerado o mais importante pelas várias entidades, ainda está em discussão.

"A grande novidade virá, de facto, nesta terceira parte, que é a parte que diz respeito à proteção social. Estamos num bom caminho quando há um conjunto de compromissos que a ministra do Trabalho e Segurança Social fez, como assumir a possibilidade de um regime específico para o setor da Cultura, porque o setor tem especificidades grandes, mas enquanto o grupo de trabalho não tiver capacidade de apresentar uma proposta concreta com contas efetivamente feitas é muito difícil pronunciarmo-nos", afirmou Sara Goulart.

Também para o CENA-STE, na terceira parte "há propostas interessantes do ponto de vista do acesso ao subsídio de desemprego pelos trabalhadores independentes", mas salienta a necessidade de haver um articulado feito para se perceber "de que forma é que [o subsídio] chega e como é que se relaciona com as características e especificidades do trabalho no setor".

"Sem ter a certeza dessa terceira parte, não conseguimos aferir se o documento é bom ou mau", afirmou Rui Galveias.

A APR lembra que, na última reunião plenária, foi dito às várias entidades "que [os representantes do Governo] iam estudar um regime autónomo para a Cultura". "Parece-nos muito interessante, mas faltam dados. É uma proposta muito abstrata e só podemos avaliá-la se tivermos números: tempo de subsídio, quais são os prazos de garantia, como é que isto funciona mesmo na prática, porque sem dados não conseguimos avaliar se é bom ou mau", afirmou Miguel Moraes Cabral.

Segundo Amarílis Felizes, da Plateia, foi transmitido na reunião que "só em janeiro é que a Segurança Social irá fazer os cálculos para haver propostas concretas de como vai ser este subsídio, qual vai ser o valor ou a correspondência entre rendimentos e o valor do subsídio, por quanto tempo as pessoas podem receber o subsídio".

"Só em janeiro é que vamos poder pronunciar-nos sobre isto, que é o cerne da discussão de todo o estatuto", disse.

Em 25 de maio, a ministra da Cultura, Graça Fonseca, comprometia-se a ter o chamado 'estatuto do intermitente' finalizado até ao final do ano. Entretanto, reiterou esse compromisso por diversas vezes, mas as entidades representativas do setor preferiam ter mais tempo.

"Parece que estamos a chegar ao fim, mas a nossa posição não é essa. Nós estamos ainda mais ou menos a meio de um processo que para nós é fundamental", afirmou Miguel Moraes Cabral, acrescentando que "não serve de nada acelerar o processo até ao fim do ano, para ter um estatuto que não tenha muita consistência".

Sara Goulart sublinha que "não há vontade nenhuma de apressar o processo e tê-lo encerrado até ao fim do ano, sendo que o fim do ano é para a semana". "É preferível ter um bom estatuto que dê respostas às necessidades do setor do que estar a encerrar um processo para a semana para cumprir calendário", afirmou.

Também para a Performart "o pouco tempo que existe não é muito favorável à melhor solução", visto que "há várias questões bastante complexas, que envolvem decisões não só do Ministério da Cultura, mas também do Ministério do Trabalho e Segurança Social".

Rui Galveias tem "a certeza que esta negociação terá que continuar pelo ano de 2021, porque o estatuto só será lei em 2022". "Podemos eventualmente chegar a bom porto com ele, mas está muito longe disso", defendeu.

Em relação ao regime laboral, a APR lembra que "uma grande parte" que consta da proposta de estatuto "já existe dentro da lei laboral, e o grande problema é a lei não ser respeitada".

Esta posição é reforçada pela Plateia: "O que este estatuto tem [em relação ao regime laboral] é uma reprodução do que já existe, mais do que essa reprodução, é necessário garantir formas de ela ser efetiva".

Num ano em que a grande maioria dos profissionais do setor ficou com pouco ou nenhum trabalho, devido à pandemia da covid-19, poderia o estatuto do profissional da cultura, caso existisse, ter minorado ou mesmo evitado as dificuldades que enfrentam?

A Rede considera que "as coisas poderiam ter sido diferentes, mas "ainda assim, não invalida que não houvesse, e não continue a haver, uma tremenda necessidade de uma resposta de emergência que nunca houve verdadeiramente à escala da necessidade do setor".

"Se nós tivéssemos em janeiro um estatuto em vigor e tivéssemos um problema semelhante ao da pandemia, nós continuaríamos a ter o mesmo problema. Ou seja, a existência de um estatuto resolve aquilo que são problemas estruturais. Há situações de exceção e de emergência que são resolvidas com respostas de emergência", defendeu Sara Goulart.

Posição semelhante tem a APR: "Se houvesse um estatuto que correspondesse às realidades do setor, é óbvio que a pandemia não teria tanto impacto nas pessoas, mas é preciso resolver duas questões: uma questão para o futuro, que é o estatuto, e uma para o presente, que são os apoios imediatos para as pessoas que não conseguem viver, não conseguem pagar a renda de casa, não conseguem comer".

Para o CENA-STE, "se já existisse o estatuto com a promessa da terceira parte minimizava alguns danos, mas não resolve os problemas principais".

Biblioteca de Proença-a-Nova cria serviço online para leitura de jornais


Com este serviço, "garantimos todas as condições de segurança aos nossos leitores e ainda alargamos a possibilidade de consulta a milhares de títulos nacionais e internacionais que até hoje não estavam disponíveis", refere o vice-presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Manso.

Para permitir que os utilizadores destes espaços possam manter o hábito da leitura da imprensa escrita, a Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova disponibiliza este novo serviço que permite a consulta de jornais e revistas nacionais e internacionais.

Para o efeito, o utilizador tem que cumprir dois critérios: O primeiro é ter cartão de utilizador da biblioteca, e o segundo, dispor de um computador ('tablet' ou smartphone) com ligação à Internet, para poder aceder à plataforma que disponibiliza a consulta das publicações.

Citado no documento, João Manso refere que, "numa época onde a proximidade e o contacto foram restringidos ao máximo por razões de saúde pública, as bibliotecas tiveram que se reorganizar e reinventar as suas principais funções e atividades de forma a continuarem a prestar um serviço público aos seus clientes, leitores e amigos".

Os interessados neste serviço podem fazer o registo na plataforma presencialmente, na Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova, na Bibliomóvel - Biblioteca Itinerante e nos polos de Sobreira Formosa, Montes da Senhora e Atalaias, ou solicitá-lo através do email biblioteca@cm-proencanova.pt.

Concluído o registo, é criado um código que irá permitir ao utilizador aceder ao serviço sempre que entender.

"Para além dos jornais diários, é possível consultar publicações temáticas, da gastronomia à arte, da música ao desporto, das viagens ao design, entre muitas outras publicadas em Portugal ou em qualquer outra parte do mundo", refere a nota.

Museu Afro-Brasileiro completa 35 anos


Com 35 anos de existência o Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia (Mafro) é um dos poucos no país a tratar exclusivamente das culturas africanas e sua presença na formação da cultura brasileira. O Museu surgiu para suprir as necessidades de espaço para coleta, preservação e divulgação de acervo referente às culturas africanas e afro-brasileiras.

Com o intuito de estreitar relações com a África, compreender a importância do continente no processo de formação da cultura brasileira e incentivar o contato com a comunidade local o Mafro foi criado em 1982 no prédio da primeira Escola de Medicina do Brasil, no Largo Terreiro de Jesus.

Fundado a partir de um Programa de Cooperação Cultural entre o Brasil e países da África, o museu permite a seus visitantes uma breve reflexão sobre a importância dessa matriz para o desenvolvimento da sociedade brasileira, através de importantes elementos materiais, representativos dessas culturas. O espaço apresenta ainda conteúdos que facilitam a compreensão dos aspectos históricos, artísticos e etnográficos que identificam as sociedades africanas.

Sua instalação se deu por meio de um acordo entre os ministérios das Relações Exteriores e da Educação e Cultura do Brasil, o Governo da Bahia, a Prefeitura Municipal de Salvador e a Universidade Federal da Bahia, sob a direção da professora Yeda Pessoa de Castro, que também estava à frente do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO). O CEAO foi executor do programa que deu origem ao Museu e hoje é responsável por sua manutenção.



Ao ser criado como espaço de pesquisa e divulgação de temas relacionados a países africanos, a diáspora e as comunidades negras, o Mafro foi pioneiro na Bahia e no Nordeste. Além disso, a unidade tem o dom de “lançar um olhar de reencontro sobre a África e demarcar questões da comunidade negra na Bahia e no Brasil”.

Seu acervo conta com uma coleção de peças de origem ou de inspiração africana, ligadas aos aspectos culturais, trabalho, tecnologia, arte e religiões. Objetos da cultura material africana que foram doados ou comprados pelo antropólogo Pierre Verger em viagem à África, e também materiais da cultura brasileira e afro-religiosa, incluindo um conjunto de talhas em cedro de autoria de Carybé, 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia, peças doadas por terreiros do Recôncavo Baiano e relíquias do Afoxé, Ylê e Cortejo Afro.

Endereço
Largo Terreiro de Jesus – Antiga Faculdade de Medicina, s/n, Pelourinho
CEP: 40026-010
Email: memorial@ufba.br
Telefone: (71) 3283.5540

Horário
Segunda a Sexta: 9h-17h30
Sábado: 10h-17h
Encerra: domingos, feriados estaduais e nacionais.

Responsável

Maria das Graças Teixeira

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Secult irá retificar resultado preliminar de editais da Aldir Blanc



A Secretaria de Estado da Cultura informa que o resultado preliminar dos editais Prêmio Zailton Sarmento, Prêmio Vera Arruda, Prêmio Eric Valdo, Prêmio Professor Elinaldo Barros e Prêmio Dinho Oliveira De Produção Cultural será retificado devido a erros ocasionados por falha no sistema do Cadastro Único da Cultura de Alagoas.

A plataforma de inscrição online apresentou problemas que interferiram na habilitação das propostas e consequentemente no resultado preliminar dos referidos certames. O novo resultado preliminar também irá divulgar a relação corrigida com os recortes de cotas e território.

Com a finalização dos processos dos demais certames do pacote de editais da Lei Aldir Blanc em Alagoas, as sobras de recursos serão remanejadas para os prêmios Zailton Sarmento, Dinho Oliveira e Vera Arruda. Tais editais apresentaram maior demanda e receberão mais recurso a fim de atender um maior número de propostas.

Em virtude do grande número de inscrições, será possível enviar o formulário padrão até o dia 25 de dezembro. Devido ao aumento do número de casos de Covid-19, o atendimento presencial foi suspenso e toda a tramitação deverá ser feita por e-mail recursosecult@gmail.com. o resultado final será dia 28 de dezembro.

A Secult/AL reforça o seu compromisso com todos os segmentos culturais e está trabalhando na apuração das falhas e análises dos recursos afim de sanar os problemas causados.

Ascom Secult

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

UNESCO declara o Cuscuz como Patrimônio Imaterial da Humanidade


Os conhecimentos, as práticas e as tradições relacionadas ao preparo e ao consumo do cuscuz foram declarados Patrimônio Imaterial da Humanidade nesta quarta-feira (16).

Para conceder o título de Patrimônio Imaterial da Humanidade, a Unesco levou em consideração a importância das práticas e das tradições relacionadas ao preparo e ao consumo do cuscuz.

A decisão foi tomada em reunião do comitê realizada por videoconferência, que avaliou um pedido apresentado em conjunto por Argélia, Mauritânia, Marrocos e Tunísia, de acordo com informações da agência France Presse.

Esses países destacaram a relevância cultural do cuscuz, que é consumido por praticamente toda a população e em diversas circunstâncias, tanto em pratos do dia a dia quanto em refeições festivas.

Também são consideradas Patrimônios Imateriais da Humanidade as culinárias mexicana, japonesa e francesas, a comida de rua de Singapura e outras tradições gastronômicas.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Estudo analisa os impactos da covid-19 na economia da cultura




Com foco nos desafios que a pandemia do novo coronavírus impôs a agentes culturais no Brasil, o Itaú Cultural lança o estudo Dez anos de economia da cultura no Brasil e os impactos da covid-19 – um Relatório a partir do Painel de Dados do Observatório Itaú Cultural.

Para embasar a análise, o relatório traz informações sobre os últimos dez anos de economia da cultura, considerando a evolução histórica do setor. Assim, recorre a diferentes fontes oficiais – a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), a Pesquisa Anual de Serviços (PAS), a Pesquisa Industrial Anual (PIA), a Pesquisa Anual de Comércio (PAC) e o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), entre outros indicadores reunidos no Painel de Dados do Observatório Itaú Cultural, plataforma on-line que, lançada em abril deste ano, apresenta dados sobre a economia criativa e da cultura.

>> Clique aqui para acessar o relatório.

O estudo aborda três eixos: financiamento público, trabalhadores e empresas criativas e comércio internacional de produtos e serviços criativos.

Entre os tópicos levantados, está o referente à execução orçamentária por parte das secretarias estaduais de cultura em 2020, obtido por meio de pesquisa inédita realizada com gestores estaduais e focada na readequação dos orçamentos em função dos protocolos de funcionamento no contexto da pandemia.

Com a análise da série histórica, também é possível observar um melhor desempenho dos orçamentos dedicados à cultura nas esferas estadual e municipal, em comparação com a federal. A recém-sancionada Lei Aldir Blanc, que estabelece ajuda emergencial para artistas e outros profissionais da cultura atingidos pela pandemia, também é considerada no relatório, que analisa o impacto dos recursos aportados nos orçamentos públicos dos estados e capitais brasileiras.

A pesquisa ainda analisa a evolução do perfil dos trabalhadores e das empresas dos setores cultural e criativo no Brasil, e reflete como as diferentes instâncias que os compõem foram afetadas pela pandemia. Merecem destaque, nesse sentido, os dados referentes ao comércio internacional em áreas como as de atividades artesanais, moda e tecnologia da informação, que contribuem positivamente para a balança comercial brasileira.

Espera-se que o relatório contribua para a atuação de agentes culturais e gestores públicos no enfrentamento às dificuldades colocadas pela pandemia de covid-19 e que aponte para estratégias de desenvolvimento dos setores cultural e criativo, evidenciando sua importância para a economia brasileira.

Itaú Cultural

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Últimos dias para se inscrever no Edital de Produção Cultural da Lei Aldir Blanc, em Alagoas

O prazo para se inscrever no Edital de Produção Cultural da Lei de Emergência Cultura Aldir Blanc, oferecido pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AL), se encerram neste dia 9 de dezembro. Junto ao certame, foram lançados mais 17 editais, com inscrições já encerradas, que investirão R$ 33.635.000,00 em diversos segmentos culturais. A Lei Federal 14.017, de 29 de junho deste ano, estabelece ações ao setor cultural como medida de enfrentamento à pandemia pela Covid-19.


Os interessados devem acessar os editais disponíveis no site da Secult www.cultura.al.gov.br e preencher os requisitos e documentações solicitados em cada certame. Os proponentes devem se cadastrar através do sistema online CUCA – Cadastro Único da Cultura Alagoana no link https://cuca.al.gov.br; ou de forma presencial, de segunda à sexta-feira, das 9h às 16h na sede da Secretaria de Estado da Cultura, localizada na Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n, Centro, Maceió – AL. As dúvidas quanto aos editais devem ser encaminhadas para o e-mail: duvidaseditaissecultal@gmail.com.


 Júlya Rocha

Informativo Balaio de Fatos - 04